Critique ou elogie, mas poste um comentário

contador de acesso grátis

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Estava ouvindo uma música de uma banda chamada Supercombo chamada Monstros e nessa música fala do desejo de ser imaginário, de poder simplesmente sumir quando as coisas são errado sem ter nenhum peso na consciência. Fala de alguém que não consegue mais sorrir, que está presa no passado e está tentando se reestruturar. Eu realmente me identifico com a letra dessa música.  É muito difícil se refazer, juntar os pedaços, mas a pior parte é que você tem que continuar a rotina, tem o trabalho, tem os estudos e você sorri e finge que está tudo bem. Quando você não usa essa máscara social para que as pessoas achem que você está bem, vem os questionamentos "O que você tem?" "Aconteceu alguma coisa?" e às vezes nem você sabe mais porque se sente assim, parece que você simplesmente esqueceu como é ser feliz. Eu realmente queria ser imaginária às vezes, aparecer nos momentos certos não medir as minhas palavras e também poder sumir, me reorganizar sem pesar a consciência. Em uma conversa com um amigo chegamos a conclusão de que ser imaginário é ser "nada", porque você só existiria na imaginação do outro e se ela te esquecesse você não seria mais nada. Talvez de certa forma sejamos imaginários, deixamos tanto que a existência do outro nos deixe inteiro que se ele for embora já não sabemos mais quem somos, com ela vai nossa identidade e nossa alegria.

Ps: Nem sei se esse texto faz sentido.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

20 anos

Bom, não sei se alguém acompanhava esse blog, mas hoje eu resolvi apagar tudo e começar a escrever coisas diferentes e mais sinceras. 
Não sou mais tão adolescente assim, mas ainda não me considero tão adulta. Estou naquela fase confusa dos 20 anos. É tanta coisa acontecendo que tudo às vezes parece fugir do controle. 
Quando você é criança muita das vezes quer pular fases, quer crescer logo, pois parece que ninguém te leva a sério, você precisa de supervisão pra tudo. Quando você chega nessa fase só queria voltar a ter alguém que cuide de você, que lhe diga o que fazer. Em muitos momentos se sente entediado na infância, assiste bastante TV e não tem muitas responsabilidades e queria muito crescer para poder fazer "coisas legais". Mas quando você começa a trabalhar e estudar no ensino superior, tudo que você queria era ir apenas para a escola, chegar e ligar a TV, ler um livro, poder escolher o que quer fazer sem nenhum peso na consciência.